segunda-feira, 7 de maio de 2012

 CRECHE RITA ALEXANDRINA FERREIRA


IDENTIFICAÇÃO

Projeto: Quanta profissão legal!
Período de Realização: 2 semanas
Grupo Envolvido: Educadoras e crianças da educação Infantil 
Educadoras Responsáveis: Ana Maria, Crisleide, Magaly, Lúcia, Elâine, Ivanilda, Ausilene, Regina, Raimunda, Claudineide, Rita, Dalciane, Eunice.
Coordenação do Projeto: Patricia

JUSTIFICATIVA:
Considerando a política da educação complementar que valoriza os temas transversais, o tema Profissões busca propor discussões que valorizem os diferentes tipos de trabalho como forma de expressão cultural. Com esses pressupostos a serem estudados, a criança passará a conhecer o perfil do profissional no mercado de trabalho atual, as diversidades de profissões e suas contribuições na sociedade, favorecendo a construção da identidade pessoal com novas perspectivas e projetos de vida.

OBJETIVO GERAL:
Proporcionar às crianças conhecerem a diversidade das profissões e valorizá-las nos diferentes espaços, despertando o interesse por uma melhor qualidade de vida, através da escolha consciente da profissão.
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OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Desenvolver conhecimentos sobre a vida social.
●  Conhecimento algumas profissões e suas características, curiosidades e importância na sociedade;
· Conhecer e valorizar os diversos tipos de profissões;
· Desenvolver a criatividade;


ESTRATÉGIAS
•Roda de conversas: Quem sou? O que quero ser quando crescer? Que profissões conheço? Qual a função de cada uma? O que as diferencia das outras?
•Trazer objetos que caracterizem diferentes profissões. Pode-se criar um baú. Apresente à turma o baú, tire os objetos de dentro dele e deixe que as crianças os relacionem com as ocupações listadas anteriormente.
•Mural de figuras e/ou desenhos.
•Entrevistas com o papai e a mamãe: Qual a profissão de cada um? O que fazem?
•Convidar um pai e/ou uma mãe de diferentes profissões para palestra em sala de aula.
•Poemas e músicas:
Em roda de conversa fazer um levantamento do conhecimento prévio dos alunos, perguntando: O que a mãe e pai faz? Em que lugar trabalha? O que utiliza em seu trabalho? Listar os nomes das profissões no quadro.
Pedir aos alunos que façam um desenho sobre a profissão de que mais gostaram.


● 1ª ETAPA

Faça uma roda de conversa e pergunte sobre os ofícios que a garotada conhece. Elabore um cartaz com uma lista dos citados, deixando espaço para complementar as informações ao longo do projeto. Em outra aula, apresente à turma o baú, tire os objetos de dentro dele e deixe que as crianças os relacionem com as ocupações listadas anteriormente. Em outro momento, mostre uma placa com a palavra fotógrafo, por exemplo  e desafie-os a buscar no acervo a ferramenta que ele usa para exercer a atividade.

● 2ª ETAPA

Ajude a turma a elaborar um questionário para ser aplicado aos familiares sobre o que fazem e os detalhes de cada atividade. Organize um painel de registro com textos coletivos.

● 3ª ETAPA

Comece a preparar o desfile. Todos devem observar as imagens disponíveis no material pesquisado e  fazer desenhos. Eles servirão de referência na hora de confeccionar as roupas para representar as profissões.


Materiais necessários
Baú com instrumentos usados em diversas ocupações; livros, jornais e revistas para pesquisa; sucata para a confecção dos uniformes; e placas de cartolina com o nome das profissões.

Sugestões de atividades
•Livro das profissões:
Em roda de conversa perguntar aos alunos qual a profissão de seus pais. Escreva no quadro, com letra de imprensa maiúscula.
Comentar com a turma sobre cada profissional: O que ele faz? Em que lugar trabalha? O que utiliza em seu trabalho? Perguntar que outras profissões eles conhecem e explicar como cada uma delas contribui para a vida em sociedade. Trabalhar o sentido de utilidade das profissões e satisfação pessoal no trabalho, como valor.
Elaborar com os alunos o Livro das Profissões para que possam registrar por meio de desenhos ou palavras, as profissões de seus pais, aquelas de que mais gostam e as demais, com seus objetos e ferramentas principais. Se for preciso, o professor pode atuar como escriba dos alunos.
•Jogos e brincadeiras:
Sentados em roda, motivar os alunos para a brincadeira. A professora diz: "Estou pensando em alguém que faz pão". Os alunos tentam adivinhar e dizer o nome da profissão. Quando alguém acertar, a professora deve escrever na quadro o nome da profissão. O jogo continua, com o aluno seguinte, na roda. Sugestões: Apaga o fogo; vende jornal; trabalha na feira; pinta casas; conserta sapatos; cuida dos doentes; Faz comida; ensina crianças etc.
•SUGESTÃO: Discuta a questão do trabalho infantil com seus alunos. Pergunte aos alunos se eles conhecem alguma criança que trabalha. Se ela estuda também ou só trabalha. Questione-os a respeito do que acham ser o correto: trabalhar ou estudar?

RECURSOS:
•         Fotos;
•         Músicas;
•         Livros;
•         Sucatas diversas;
•         Revistas;
•         Materiais escolares em geral.


Produto final

● Desfile de uniformes

Convide as outras turmas para o evernto. Você mesmo pode ser o apresentador, descrevendo as roupas e lendo o texto sobre a ocupação e a importância desta profissão para a sociedade.
*Poderia ser feito um reconhecimento das profissões desenvolvidas no local de trabalho, como: cozinheira, auxiliar de serviços, médicos, etc.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será contínua, no decorrer do projeto, verificando a participação, mudanças de atitude e no faz-de-conta, observando se as crianças enriqueceram o jogo simbólico e utilizaram o conhecimento adquirido.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

CRECHE RITA ALEXANDRINA FERREIRA


IDENTIFICAÇÃO

Projeto: “ MAMÃE VOCÊ É...”                                                                                                
Período de Realização: 2 semanas
Grupo Envolvido: Educadoras e crianças da educação Infantil 
Educadoras Responsáveis: Ana Maria, Crisleide, Magaly, Lúcia, Elâine, Ivanilda, Ausilene, Regina, Raimunda, Claudineide, Rita, Dalciane, Eunice.
Coordenação do Projeto: Patricia


JUSTIFICATIVA:
Desenvolver um projeto intitulado “MAMÃE VOCÊ É...”                                            
possibilita a criança pensar o quanto é importante ser mãe e ser filho. Na atualidade, sabemos o quanto nos falta tempo para cumprir essa “missão” devido a tantas atribuições que nos foram impostas pela vida moderna.
Aí está a magnitude do nosso projeto, criar situações de ensino-aprendizagem que possibilitam os alunos a pensarem em suas mães enquanto pessoas humanas, dotadas de desejos, sonhos, medos, projetos e dúvidas e poder, com isso, tornar o Mundo delas, Encantado.

OBJETIVO GERAL:
Sensibilizar os alunos sobre a importância da mãe na família.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
.Reconhecer Maria como a mãe de Jesus
. Resgatar os valores que as famílias estão perdendo (respeito, amor, partilha...);
.Valorizar a pessoa humana;
.Valorizar o trabalho da mãe (às vezes dupla jornada de trabalho).
· Promover e estimular a linguagem oral;
· Estabelecer e ampliar as relações sociais;
· Estimular a afetividade entre as crianças a as mães;
· Conhecer e identificar diversas profissões;
· Desenvolver atenção e a criatividade;
· Praticar a coordenação motora fina e ampla;
· Desenvolver a expressão corporal;
. Desenvolver a leitura através da visualização de figuras.
EIXOS TEMÁTICOS
·         Linguagens oral e escrita;
·         Natureza e sociedade;
·         Artes visuais;
·         Identidade e autonomia;
·         Matemática;
·         Movimento;
·          Música e ritmo;

METODOLOGIA:
. Conversa informal sobre o Dia das Mães, MARIA COMO NOSSA MÃE E MÃE DE JESUS, Profissões
· Músicas
· Confecção de cartazes: “As profissões”, “Momentos com a mamãe”;
. Montagem de uma boneca que representará a mãe”;
· Confecção do porta-jóias de garrafa pet;
· Grafismo (atividade: ligar os objetos a mamãe);
· Colagem: (recortes e colagem de figuras de revistas);
· Pintura com lápis de cor, giz de cera e tinta;
· Ensaios de músicas e teatrinho para a apresentação;
· Momento flash: uma foto para mamãe.
· Dinâmicas com as mães no dia da festa;
· Homenagem as mãe: apresentação das turmas.
. Confeccionar lembranças e cartões para presentear às mães;
. Produzir uma peça teatral que será apresentada para homenagear às mães.;
. Enfeitar os murais com as produções dos alunos;
. Pesquisa extra classe;
. Ornamentação de murais com fotos das mães, alunos e mensagens, homenageando às Mães;
. Criação de poesias, mensagens;
. Produção de textos a partir de temas ligados à Mãe.

RECURSOS:
•         Fotos;
•         Músicas;
•         Livros;
•         Sucatas diversas;
•         Revistas;
•         Materiais escolares em geral.

CULMINÂNCIA:
*Coroação de Nossa Senhora de Fátima.
Festa em homenagem as mães.

AVALIAÇÃO:
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

VAMOS BRINCAR DE ÍNDIO E RESPEITAR A DIVERSIDADE


Justificativa:
Segundo o PCN, é preciso que o aluno conheça e valorize a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.
O Dia do Índio é um resgate a nossa história e das nossas raízes e optamos por trasmitir essa ideia através das atividades lúdicas a partir de brincadeiras.

Objetivo geral

Valorizar a cultura brasileira.

Objetivos específicos:

 Conhecer um pouco da história dos índios;
 Conhecer os hábitos e costumes dos indígenas;
 Refletir sobre a relação: brancos x índios;
Eixos Temáticos:

• Linguagens oral e escrita;
• Natureza e sociedade;
• Artes visuais;
• Identidade e autonomia;
• Matemática;
• Movimento;
• Música.
Estrategias:

 Roda de Conversa sobre o tema;
 Cartaz;
 Quebra - cabeça;
 Jogo da memória sobre objetos indígenas;
 Desenho livre;
 Confecção de máscaras indígenas;
 Confecção de cocar;
 Confecção de maquete;
 Desenho, recorte e colagem com vários tipos de materiais da cultura indígena;
 Músicas;
 Brincadeiras.

Materiais:

 Músicas sobre o Dia do Índio ;
 Urucum (pode ser substituído por colorau alimentício);
 Palha;
 Folhas secas;
 Materiais diversos.

Avaliação:
 Relatório individual e coletivo referende ao desenvolvimento das crianças.



Circuito de Habilidades Motoras

 1º dia
Explorando a Floresta!

Objetivo específico:
Identificar o espaço ocupado pelo índio (floresta) e suas características principais;
Executar habilidades motoras fundamentais de locomoção, estabilização e manipulação.

Estratégia:
Circuito de habilidades por tempo, contendo 5 estações.

Conteúdo:
Conversa inicial:
Onde o índio vive? O que podemos encontrar na mata? O que vamos encontrar na nossa mata.
1. Ponte:
Material: Banco sueco. Tarefa: Atravessar o banco sueco de várias formas.
Dica de equilíbrio: afastar os braços
2. Rio:
Material: Colchonetes. Tarefa: Saltar para o lado oposto sem molhar o pé (pisar no colchonete)
Dica de impulsão: usar o braço
Dica de aterrisagem: fazer a cadeirinha (flexionar os joelhos)
3. Árvores com frutas:
Material: Objetos pendurados, bolinhas de tênis. Tarefa: Acertar os objetos (frutas na árvore) com as bolinhas.
Dica para arremesso: estender o braço.
Dica para acertar o alvo: olhar para o alvo
4. Teia de aranha:
Material: corda elástica. Tarefa: Passar por baixo/por cima da teia de aranha (corda elástica trançada) sem tocá-la.
Dica de execução: fazer devagar.
5. Caminho da onça:
Material: Cordas, arcos e cones. Tarefa: Percorrer o caminho da onça passando sobre a corda sinuosa, pisando sobre as pedras (arcos) e fazendo zig-zag nas árvores (cones)

Obs.: As dicas apresentadas são apenas exemplos. Elas deverão ser dadas de acordo com as necessidades das crianças.
Conversa final:
O que aprendemos? Qual lugar da nossa floresta foi mais fácil? E qual foi mais difícil?
Avaliação:
Registro realizado pelo professor das falas das crianças, principalmente durante as rodas de conversa

.
 2º dia
JOGO 1

Objetivo específico:
Identificar o local onde o índio mora, alguns costumes e os animais que o cercam.
Executar jogos de locomoção e perseguição.

Estratégia:
Jogo

Conteúdo:
Conversa inicial:
Como é a casa do índio? Como se chama a criança indígena? O que os índios comem? Quais os bichos que existem perto da casa deles? São perigosos?

1- Curumim vai pra Oca!!!

Material: Arcos (bambolês)

Jogando:
Distribuir os arcos aleatoriamente pelo chão. Iniciar com a mesma quantidade de crianças participantes.
As crianças devem caminhar entre os arcos, ao sinal do professor “Curumim vai pra Oca!!!” devem entrar no arco. Os arcos devem ser suprimidos um a um a cada rodada.

Dica: Entrar no arco que estiver mais perto. Prestar atenção no professor.

2- Caça à onça.

Material: Arcos

Jogando:
Distribuir os arcos pelo chão aleatoriamente.
Escolher uma criança para pegador (índio) e os demais serão as onças.
Para a onça não ser pega deve entrar na toca (arcos). Quando a onça for pega, vira índio e o índio vira onça.

3- Dia da Colheita

Material: giz ou cordas para demarcar

Jogando:
Dividir as crianças em dois grupos.
Demarcar uma linha de saída de cada lado do espaço onde será feita a brincadeira. As linhas de saída devem estar dispostas uma de frente para outra e entre elas um grande espaço para correr (pode ser usado as linhas de fundo ou laterais de uma quadra).
Cada grupo deverá ficar atrás da linha de saída, em pé e com uma das mãos estendidas à frente (serão as mandiocas).
O professor deverá escolher uma das crianças para iniciar o jogo. Ela deverá ir até a linha de saída do grupo osposto e puxar uma das "mandiocas". A criança escolhida deverá correr tentando alcançar o colega que a puxou.
Se for pego o colega passa a fazer parte da "plantação de mandiocas" do lado oposto.
Inicia-se o jogo novamente com aquele que estava na condição de pegador.
Ganha a equipe cuja "plantação de mandiocas" for maior!

Conversa final:
O que aprendemos? Qual brincadeira foi mais divertida?
Avaliação:
Registro realizado pelo professor das falas das crianças, principalmente durante as rodas de conversa.
Registro escrito realizado pelas crianças. Desenhar/escrever o que aprendemos nessa aula

 3º dia

JOGO 2

Objetivo específico:
Recordar o local onde o índio mora e os animais que o cercam.
Executar jogos de locomoção e perseguição aumentando a complexidade das regras.
Despertar o interesse sobre as brincadeiras típicas dos índios.

Estratégia:
Jogo

Conteúdo:
Conversa inicial:
Vocês lembram como é a casa do índio? Como se chama o índio criança? Quais os bichos que existem perto da casa dele? O que os índios comem?

1- Caça a onça II

Material: Arcos (bambolê)

Jogando:

Distribuir os arcos pelo chão aleatoriamente. Escolher uma criança para pegador (índio) e os demais serão as onças. Para a onça não ser pega deve entrar na toca (arcos). Quando a onça for pega vira índio e passa a ajudar a pegar.

2- Colheita da mandioca

Material: Nenhum

Jogando:

Escolher um pegador, quando a criança for pega, vira mandioca e deve ficar agachada. Para ser salva, deve ser “colhida”, puxada pela mão de um amiguinho que ainda não foi pego. O professor deve trocar o pegador de tempos em tempos.

Dica: ficar com a mão preparada

3- Essa oca é minha!

Material: arcos (bambolê) e outros materiais que tenha disponível para montar um circuito de habilidades.

Jogando:
Montar um circuito de habiidades, u determinar uma tarefa desfiadora para que as crianças realizem (pode ser andar sobre uma trave de equilíbrio, dar a volta no trepa-trepa, atravessar uma parede de escalada).
Ao sinal do professor: "Cuidado com a onça!!!"
Todos devem correr e ficar dentro de um arco. Suprimir um arco por rodada.

Conversa final:
O que aprendemos? Qual brincadeira foi mais divertida? Será que os índios fazem essas brincadeiras? Que brincadeiras os índios fazem?

Avaliação:
Registro realizado pelo professor das falas das crianças, principalmente durante as rodas de conversa.

 4º dia

JOGO 3
Objetivo específico: Conhecer e executar brincadeiras tipicamente indígenas

Estratégia: Jogo

Conteúdo:
Conversa inicial:
Agora que vocês se transformaram em índios (se as crianças estiverm pintadas conforme sugerido na atividade 1) vamos fazer as brincadeiras indígenas? Vocês pesquisaram? De que os índios brincam?

1- EMA – Brincadeira da Tribo Pareci
Material: Nenhum
Jogo: Crianças formam uma roda, com um dos participantes no meio. A meta é tentar sair da roda. Quando conseguir todos devem correr atrás e tentar pegá-lo. O professor deve garantir que todos estejam no meio da roda pelo menos uma vez.

2- JÚRE – Brincadeira da Tribo Bororó
Material: Giz
Jogo: Traçar um caminho no chão onde as crianças devem percorrer em um pé só. Esse caminho foi feito por uma enorme cobra. Comece fazendo caminhos fáceis e vá dificultando. Peç ajuda para as crianças na construçõa dos caminhos. Cada um pode fazer o seu e depois experimentar o do outro.
Conversa final:
O que aprendemos? Qual brincadeira foi mais divertida, as brincadeiras indígenas são divertidas? São mais divertidas que as nossas brincadeiras?

Avaliação:
Registro realizado pelo professor das falas das crianças, principalmente durante as rodas de conversa.
Registro escrito realizado pelas crianças. Desenhar/escrever o que aprendemos nessa aula.

 5° dia
Culminância a ser organizada pelo grupo.
IDENTIFICAÇÃO

Projeto: MEU CORPO
Período de Realização: 09/04 à 30/04
Grupo Envolvido: Educadoras e crianças da educação Infantil
Educadoras Responsáveis: Ana Maria, Crisleide, Magaly, Lúcia, Elâine, Ivanilda, Ausilene, Regina, Raimunda, Claudineide, Rita, Dalciane, Eunice.
Coordenação do Projeto: Patricia


JUSTIFICATIVA

Na infância, é natural que as crianças queiram saber tudo sobre o corpo, porque é o período no qual ocorrem as descobertas. Braços, pernas, mãos, enfim, o corpo humano vai aos poucos sendo desvendado pela curiosidade. O respeito a si mesmo parte do conhecimento do próprio corpo, suas capacidades e limitações. Ao se conhecer, a criança torna-se capaz de relacionar-se com os seres vivos e o meio ambiente.
A elaboração deste projeto evidencia que desvendar e descobrir o nosso corpo humano é uma tarefa fascinante e prazerosa, podendo se caracterizar como uma fonte de conhecimentos, de atualizações, de habilidades, de construção cognitiva, afetiva e social. Tendo como ponto de partida: o conhecimento de mundo da criança, suas curiosidades, permeadas com conteúdos sobre a importância de nosso corpo, suas funções e saúde.

OBJETIVO GERAL:
Desenvolver as diferentes funções do corpo humano estimulando através de atividades físicas e motoras a atenção, percepção, a linguagem oral e a escrita, a coordenação, a lateralidade, criatividade, etc.

Objetivos Específicos:
• Identificar todas as partes do corpo;
• Conhecer as partes do corpo;
• Reconhecer os sentidos;
• Identificar e diferenciar as partes do próprio corpo com as partes do corpo dos amigos;
• Vestir-se e desvestir-se sozinhos.
• Conhecer a importância e a necessidade de se ter uma boa higiene;
• Relacionar Higiene e prevenção de doenças;
• Aprender como se pode ter uma boa higiene;
• Cultivar Hábitos saudáveis;
• Identificar os diferentes produtos de Higiene;
• Observar a falta de Higiene nos diferentes ambientes;
• Produzir cartazes sobre limpeza e higiene ambiental na escola;
• Trabalhar a expressão corporal e os cuidados com o corpo;
• Desenvolvimento da criatividade;
• Desenvolvimento de atividades lúdicas;
• Estimular as crianças a: rolar, agarrar, sentar, engatinhar, andar em um pé só, andar sobre linhas – Trabalhando assim atividades de Psicomotricidade;
• Estimular o raciocínio e a atenção;
• Estimular a Socialização
• Estimular as crianças a explorar todos os 5 sentidos de forma abrangente.

EIXOS TEMÁTICOS
• Natureza e sociedade;
• Linguagem oral e escrita;
• Artes visuais;
• Identidade e autonomia;
• Matemática;
• Movimento;
• Música.

PROCEDIMENTOS

• Rodinhas com músicas sobre corpo humano;
• Conversas informais enfatizando o tipo de cor de olhos, cabelos, pele.
• Indagar sobre as partes do corpo (onde fica tal coisa?), etc;
• Utilizar o espelho para a importância da percepção do seu EU.
• Medir o tamanho, peso e tamanho dos pés da turma e expor o resultado na sala.
• Elaborar frases/textos sobre o corpo humano;
• Escolha de um menino/menina para fazer o contorno do corpo em folha de papel Kraft (as crianças ajudarão a enfeitar o coleguinha com olhos, nariz, boca, etc);
•Leitura de histórias;
• Cada criança pode fazer um desenho de si mesma;
• Fazer vários pezinhos para que as crianças “pisem” no caminho feito pela professora com o objetivo de aprimorarem a coordenação motora e o equilíbrio;
• Desenhar o contorno das mãozinhas;
• Historinhas com dedoches (cujo objetivo é melhorar a articulação das mãos e dedos para as atividades com lápis, tesouras, amassar papéis,etc);
• Confecção de gráficos para altura, peso e tamanho dos pés ;
•Confecção de boneco de jornal;

BRINCADEIRAS:
• O macaco mandou;
• Estátua;
• Amarelinha;
• Jogo de futebol, bolinhas de gude;
• Corrida de saco;
• Pique bandeira;
• Pular corda, etc;

MÚSICAS
• “A janelinha abre (movimento com as mãos)”;
• “Mãozinhas para trás esconder”;
• “Cabeça, ombro, joelho e pé” Xuxa;
• “Pedala, pedala, pedalinho”. Bia Bedran, etc;



Sugestões de Atividades
• o professor deve orientar, com uma música clássica ao fundo, que os alunos, de olhos fechados, toquem cada parte do corpo: cabeça, cabelos, rosto, braços, mãos, pernas, pés, barriga etc.
• Em seguida, cada aluno deitará em uma folha grande o suficiente para que a professora ou os colegas contornem o perfil do seu corpo;
• Todos com seus perfis contornados deverão completar a figura de seu corpo acrescentando detalhes que o identifiquem;
• É interessante que tenha um espelho grande, onde o aluno consiga se ver inteiro e observe cada detalhe antes de desenhar;
• Concluir com a montagem de um mural com os auto-retratos do tamanho natural das crianças.
• Num segundo momento o professor deve conversar de forma informal sobre cada parte do corpo: boca, nariz, orelhas, braços, mãos, tronco, pernas, pés... Para que servem? – O professor deve provocar as crianças com esta pergunta para cada parte do corpo que for citada.
• Deixar que os alunos se expressem livremente, fazendo as devidas colocações e orientações.
• Ao fim da conversa sugerimos o trabalho com as músicas já bastante conhecidas em sala de aula, as quais as crianças adoram

1 - Cabeça, ombro, joelho e pé.
2 - Pop Pop:
3 - Remexo:
• É interessante apresentar um cartaz com as partes do corpo e deixar fixo na sala de aula.
• Montar bonecos articulados com as crianças, fazendo-as pintar, e deixar que brinquem a vontade por algum tempo – Modelos em anexo.

Os Sentidos...

Já tendo explorado bastante as partes do corpo, observado no espelho, dançando, tocando-o, relaxando... Passar para a segunda fase do projeto: Explorar os sentidos.

• Visão: Mostrar figuras coloridas pequenas, médias e grandes; figuras preta e brancas pequenas, médias e grandes; mostrar de longe, de perto, de muito perto – sempre perguntando o que estão vendo e como. Provocar os alunos para que percebam a importância da visão. E repetir a pergunta: Para que servem nossos olhos?

• Audição: Brincar de identificar sons de instrumentos, da natureza,vozes, barulhos em geral; falar bem baixinho, falar alto, propor que todos sussurrem, gritem, fiquem em silêncio. Enfim, através de diversas brincadeiras provocar para que percebam a importância dos ouvidos e da audição. Repetir a pergunta: Para que servem nossos ouvidos?

• Olfato: Brincar de distinguir diferentes cheiros de olhos vendados – Dizer cheiros que agradam e os que desagradam - provocando-os até perceberem a importância de nosso nariz, de nosso olfato.

• Paladar: Brincar de provar diferentes tipos de alimentos de olhos vendados – provocando-os até perceberem a importância da língua, de nosso paladar.

• Tato: Brincar de sentir diferentes texturas: algodão, lixa, esponja, água fria, água morna, gelo etc.) – provocando-os até perceberem a importância do tato, de sentir o toque. O professor pode criar uma caixa fechada com um buraco apenas para caber as mãos das crianças, e dentro dela devem conter diferentes materiais onde poderão tocar e dizer o que sentem se é macio ou áspero. Outra brincadeira legal é: de olhos fechados, descobrir em que parte dos eu corpo o colega está tocando.

Brincar com o corpo e com os sentidos...
O professor deve propiciar atividades diversas de Psicomotricidade:

• Pular em um pé som ao ritmo de uma música;
• Andar em cima de uma linha traçada no chão com uma bola na mão;
• Subir e descer escadas ao ouvir determinados sons;
• Engatinhar, saltar, com ritmo ou livremente;
• Virar cambalhota com auxílio do professor em um colchonete;
• Vestir e desvestir-se, com a roupa pedida, a cada ordem do professor;
• Dançar em diferentes ritmos;
• Pular entre bambolês;
• Imitar animais;
• Andar em curvas;
• Arremessar e agarrar bolas;
• Brincar de Chefinho mandou;
• Brincar de Morto-Vivo;
• Brincar de Estátua;
• Brincar de cabra-cega;
• E inúmeras outras atividades de acordo com a necessidade da turma, material disponível, tempo e desejo do professor...

Sempre é bom...
• Trabalhar com parlendas, adivinhas, trava-línguas;
• Desenhar livremente ou de maneira orientada – Exemplo: Desenhe seus olhos.
• Trabalhar pesquisas. Deixar que as crianças recortem e colem diferentes figuras de corpo humano;
• Usar as cantigas e brincadeiras de roda;
• Modelar bonecos, procurando colocar todas as partes do corpo;
• Criar um boneco do tamanho das crianças feito de sucata – Nomeá-lo, listar suas características de personalidade e caráter, cada parte do corpo que for sendo criada o professor aproveita para revisar tudo que já trabalharam

AVALIAÇÃO
As crianças serão avaliadas durante todo o projeto através de atividades e vivências corporais coletivas e individuais realizadas conforme a descoberta de novos conhecimentos sobre o assunto. Esta avaliação acontecerá de forma descritiva, observando o desempenho da criança diante de diferentes momentos e situações que estará vivenciando. Como fechamento deste projeto, organizaremos uma exposição, com atividades confeccionadas pelas crianças, valorizando e manifestando as diferentes linguagens.

segunda-feira, 26 de março de 2012






CRECHE RITA ALEXANDRINA FERREIRA


IDENTIFICAÇÃO

Projeto: PÁSCOA, UMA FESTA CRISTÃ
Período de Realização: 26/03 à 04/04
Grupo Envolvido: Educadoras e crianças da educação Infantil
Educadoras Responsáveis: Ana Maria, Crisleide, Magaly, Lúcia, Elâine, Ivanilda, Ausilene, Regina, Raimunda, Claudineide, Rita, Dalciane, Eunice.
Coordenação do Projeto: Patricia


JUSTIFICATIVA
O presente projeto, pretende através da realização de uma série de atividades, colocar as crianças em contato, com uma das tradições brasileiras, que é a Páscoa, mostrando o verdadeiro significado, sentido espiritual e não o comercial.

OBJETIVO GERAL
Proporcionar as crianças o entendimento (o vivenciar) o significado da Páscoa.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Entender o significado da Páscoa;
• Diferenciar o sentido espiritual do comercial;
• Propor as boas ações, a solidariedade;
• Conhecer a origem da Páscoa;
• Perceber que é muito bom realizar boas ações, e que isto nos faz sermos pessoas melhores.
• Conscientização da importância do significado da Páscoa em nossa vida.
• Adquirir o ato das boas ações de forma espontânea e rotineira.


EIXOS TEMÁTICOS
• Natureza e sociedade;
• Linguagem oral e escrita;
• Artes visuais;
• Identidade e autonomia;
• Matemática;
• Movimento;
• Música.

PROCEDIMENTOS

• Dramatização;
• Confecção de bombons (trabalhar a receita);
• Memorização de quadrinhas, coro falado, etc.
• Cantar músicas referentes ao tema;
• Elaborar textos referentes ao tema;
• Pesquisas;
• Confecção de cartazes;
• Recorte e colagem;
• dobraduras;
• Desenho livre;
• Levantamento do conhecimento da criança sobre o tema:
• Produção de Textos coletivos;
• Conversas informais;
• Leitura de história sobre o tema;
• Explorar as cores;
• Modelagem;
• Pintura;
• Molde vazado;
• Roda cantada;
• Música referente ao tema;
• Dança;
• Pequenos jogos;
• Confeccionar máscaras de coelho;
• pintura dos símbolos da páscoa utilizando giz de cera e tinta;
• jogo "coelhinho sai da toca";
• oficina de culinária (brigadeiro de cenoura);
• confecção de ninhos de páscoa com sucata;
• pintura do rosto imitando um coelhinho;
• explorar o animal coelho (como ele se movimenta, o que ele come, qual a cor dos seus olhos e pêlo...).

RECURSOS
• Textos co a história do bairro;
• Fotos;
• Músicas;
• Livros;
• Sucatas diversas;
• Revistas;
• Materiais escolares em geral.

AVALIAÇÃO

É necessário que a avaliação seja sistemática e que, em todos os momentos do projeto, os desempenhos, as dificuldades e os avanços encontrados sejam registrados, a fim de aprimorar as etapas posteriores.

CULMINÂNCIA
• Exposição dos trabalhos das turmas.
• Movimento social (apresentação de teatro para as turmas)






quinta-feira, 1 de março de 2012

CRECHE RITA ALEXANDRINA FERREIRA


IDENTIFICAÇÃO

Projeto: EU E VOCÊ, VOCÊ E EU HORA DE SE CONHECER
Período de Realização: 27/02 À 23/03
Grupo Envolvido: Educadoras e crianças da educação Infantil
Educadoras Responsáveis: Ana Maria, Crisleide, Magaly, Raquel, Elâine, Ivanilda, Ausilene, Regina, Raimunda, Claudineide, Rita, Dalciane, Eunice.
Coordenação do Projeto: Patricia


JUSTIFICATIVA

As crianças pensam o mundo de um jeito especial e muito próprio. É a partir das relações que estabelecem com a realidade em que vivem, com o meio familiar e com as pessoas com quem necessitam se relacionar no cotidiano que elas passam a “ler” e compreender o mundo. Cabe à Educação facilitar essa “leitura” e compreensão, possibilitando, no processo inicial de escolarização, o reconhecimento, pela criança, da sua própria história de vida. É desejável resgatar a importância das suas ações e atitudes no processo de construção da história da humanidade, estimulando sempre a sua auto-estima.

Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil:

A criança, como todo ser humano, é um sujeito social e histórico e faz parte de uma organização familiar que está inscrita em uma sociedade, com uma determinada cultura, em um determinado momento histórico. É profundamente marcada pelo meio social em que se desenvolve, mas também o marca…

Daí o Projeto Identidade: Eu e você, você e eu hora de se conhecer, propor atividades que sejam próprias do mundo lúdico e do imaginário da criança e que colaborem para a formação de uma identidade autêntica e respaldada em valores éticos necessários ao cidadão consciente do seu papel na construção da sua história e da história do outro.

OBJETIVO GERAL

Possibilitar a construção da identidade da criança a partir das relações sócio-histórico-culturais, de forma autêntica, consciente e contextualizada.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS


• Resgatar a história de vida da criança, tendo como fator principal a elevação da
sua auto-estima, possibilitando que ele se identifique como sujeito da história.
• Identificar e reconhecer aspectos que o caracterizam no grupo ao qual pertence (características físicas e culturais, hábitos, costumes e valores).
• Reconhecer a existência de diferentes modos de ser e viver, tanto na sociedade em que vive (diferenças étnicas, sociais, religiosas, de gênero) como em outras culturas (comunidades indígenas, por exemplo).
• Reconhecer-se como sujeito nas relações lazer que são estabelecidas no espaço em que vive.
• Promover a compreensão dos diferentes tipos de relações, harmoniosas ou conflitantes, na família, na creche, na produção e nas trocas.
• Conhecer a própria história e a história da família, sentindo-se participante dela.
• Conhecer a história de seu nome e seu significado;
• Identificar os costumes de sua família e do grupo em que esta inserido;
• Identificar suas preferências;
• Desenvolver a imaginação e a criatividade;
• Construção do eu e do outro;
• Estimular o hábito da leitura;
• Desenvolver a coordenação motora ampla;
• Desenvolver a coordenação motora fina;
• Trabalhar as difrenças
• Identificar formas geométricas
• Apropriar progressivamente da imagem corporal.

EIXOS TEMÁTICOS
• Natureza e sociedade;
• Linguagem oral e escrita;
• Artes visuais;
• Identidade e autonomia;
• Matemática;
• Movimento;
• Música.

PROCEDIMENTOS
• Roda de conversa (o nome de cada um, as características, as diferenças entre as pessoas...),
• Auto-retrato,
• Propor sistematicamente brincadeiras em grupos, integrando os alunos através de conversa em rodinhas, a fim de possibilitar o conhecimento e a aproximação das crianças. Organizar atividades individuais como criação e confecção de crachás, a partir de desenho e cartaz para a identificação do aluno.
• Trabalhar a percepção do corpo a partir de observações sistemáticas, no espelho, do rosto, dos cabelos, das partes do corpo, da altura, etc.
• Estabelecer observações em duplas acerca das diferenças e semelhanças entre os demais colegas, buscando construir o conceito do eu e do outro.
• Fazer gráficos de altura com tiras de jornal ou barbante, após as observações no espelho, procurando estabelecer as diferenças e as semelhanças de tamanho entre as crianças.
• Fazer um desenho de corpo inteiro, incentivando a criança a reproduzir a sua auto-imagem; para isso, disponibilizar a ela diversos materiais como tinta, pincéis, papel colorido, botões, etc.
• Meu tamanho, minha mão, meu pé, quantos anos tenho, auto-retrato,
• Painel da família,
• Reconstrução da história da criança, da escola e do bairro, ajudando-o a compreender que essas histórias podem ocorrer simultaneamente, com uma série de relações entre si.
• Organização de mural de fotografias, após as pesquisas.
• Construção da linha do tempo e do livro da vida. Obs.: solicitar a ajuda dos pais para realizar essas atividades.
• Promover momentos em que a criança observe seu próprio espaço:

o Na sala: nomear todos os objetos e móveis ali presentes, medir a sala com fitas de jornal, fazer a maquete da sala de aula com caixas de sapatos e outros materiais.
o Na creche: passear pelas suas dependências; conhecer funcionários; pesquisar a história da escola; trabalhar com o nome da escola, com suas origens históricas; desenhar a planta baixa da quadra, com a ajuda das crianças; investigar o quarteirão em que se situa e o nome das ruas próximas; realizar um reconhecimento do bairro, fazendo visitas às casas comerciais, praças, casas de moradores e outros lugares.
o Na rua onde mora: fazer um relato das casas vizinhas (lados esquerdo e direito, frente e fundo); identificar pontos comerciais, tais como padarias, farmácias, vendas, açougues (aproveitar e discutir as profissões e respectivas atividades econômicas desenvolvidas na rua e na família); realizar um reconhecimento das árvores frutíferas no quintal de casa.


Ao longo do desenvolvimento do projeto, é interessante que o professor proporcione momentos com jogos para que melhor se desenvolva a função simbólica das crianças. Assim, brincadeiras de casinhas, representações de papéis como o de pai, mãe, bebê, filho, tia, avô, avó, professora, padeiro, açougueiro, médico... são sempre muito bem-vindas. A organização do baú com roupas e adereços dá um toque fantástico no desenvolvimento dessa atividade.

Por outro lado, a conversa na roda pode proporcionar condições para que os alunos se sintam sujeitos do espaço, da história e das relações do grupo. Nessas conversas, é importante influir, para que cada resposta das crianças oportunize novas perguntas, estabelecendo-se assim um diálogo, aspecto importante na visão sócio-histórica. A seguir, algumas sugestões de perguntas:

• Como é formada sua família? É grande ou pequena?
• Seu pai trabalha? Sua mãe? Seus irmãos? Em quê?
• Eles gostam do que fazem? Por quê?

RECURSOS:
• Textos co a história do bairro;
• Fotos;
• Músicas;
• Livros;
• Sucatas diversas;
• Revistas;
• Materiais escolares em geral.

AVALIAÇÃO

É necessário que a avaliação seja sistemática e que, em todos os momentos do projeto, os desempenhos, as dificuldades e os avanços encontrados sejam registrados, a fim de aprimorar as etapas posteriores.

Cada professor deverá criar uma ficha de avaliação com todas as atividades a serem realizadas, observando o desenvolvimento individual da criança e da turma em geral. Os resultados servirão de ajuda ao processo educativo, fornecendo ao professor elementos que permitirão identificar os conhecimentos prévios das crianças e as condições em que se promoveram avanços na construção do conhecimento.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

PROJETO: CONHECENDO O CARNAVAL DO NOSSO BRASIL
DURAÇÃO: 13/02/ À 17/02


Justificativa

Este projeto oportunizará às crianças a ampliação das possibilidades expressivas, as capacidades motoras e as situações de interação. Além de resgatar a história e a origem do carnaval, como também propiciar ambientes e situações didáticas onde as crianças vivenciarão um pouco da história do CARNAVAL no Brasil.


Objetivo Geral:
• Resgatar a verdadeira essência do Carnaval como uma festa popular.

Objetivos Específicos:
• Conhecer história e a origem do carnaval;
• Conhecer a diversidade do carnaval no Brasil;
• Perceber as características das diferentes culturas;
• Relacionar as diferentes épocas do carnaval com a atual;
• Apresentar o Carnaval das diferentes regiões do Brasil.

Eixos temáticos
• Natureza e sociedade;
• Linguagem oral e escrita;
• Artes visuais;
• Identidade e autonomia;
• Matemática;
• Movimento;
• Música.

Procedimentos:

1º Dia - Em uma roda de conversa perguntar para as crianças o que é o carnaval. Anotar sua impressões em um grande cartaz e pedir que façam desenhos sobre o tema.
Perguntas que podem ser lançadas:
>O que sabemos sobre o carnaval?
>O que podemos encontrar no carnaval?

2º Dia - Trazer imagens do carnaval de diversas partes do Brasil, discutir suas diferenças e semelhanças, comparar com as informações colhidas no dia anterior e construção de mural. O trabalho poderá ser enriquecido com os respectivos estilos musicais.

3º Dia - Construir material refente ao tema para a decoração da escola e uso das crianças. Máscaras, instrumentos musicais, bonecos de olinda.

4º Dia - Confecção de fantasias, alegorias e adereços para o baile.

5º Dia -Baile com direito a confete, serpentina e muita música. As crianças deverão utilizar as fantasias trazidas de casa, alegorias e adereços confeccionadas por elas.


Recursos:
• Fotos;
• Músicas;
• Livros;
• Sucatas diversas;
• Revistas;
• Materiais escolares em geral.


AVALIAÇÃO

É necessário que a avaliação seja sistemática e que, em todos os momentos do projeto, os desempenhos, as dificuldades e os avanços encontrados sejam registrados, a fim de aprimorar as etapas posteriores.